domingo, 12 de setembro de 2010

suponhamos !



Mas entendamos então, que as verdades de cada um são incontestáveis, e ponto final.
Mas são incontestáveis só pro cada, ou só pro um.
E ninguém além de nós, tem nada com isso!
Ninguém é obrigado a aceitar como verdade tudo o que há no outro. Repito, tudo seria muito mais fácil se entendêssemos que somos completamente diferentes. E que não adianta esperar que ele, ou ela tome as mesmas atitudes que você, ou eu. Ou que devolva na mesma medida a sinceridade da qual você dispõe.
A reciprocidade é uma coisa minha, não dele, ou daquele outro. Talvez alguém mais a considere importante, mas entendam vocês, ou não isso nunca virá nas mesmas proporções. NUNCA!
E esse é o princípio de todas as frustrações – ou quase todas – achar que qualquer um à sua volta vá ter a balança regulada como a sua. E quando não tem, tentar ajustar, enquadrar, equilibrar as medidas e as prioridades dos outros de acordo com as suas.
É importante que entendam: Não, isso não funciona! Pelo menos pra mim.
O que talvez dê pra encaixar melhor é a tolerância e a consciência de que o seu espaço, termina onde o meu começa. Eu sei, eu sei, isso é bem clichê no estilo ‘ditado popular’. Mas se levássemos isso a sério, teríamos menos problemas de convivência e menos relacionamentos cairiam em ruínas depois de algumas opiniões divergentes. Não acham?
Não?! Tudo bem. Ninguém é obrigado a pensar como eu! Essa é a graça!

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